Top 5 - Livros para quem não gosta de Romances




Boa tarde leitores!

 Quem acompanha o Estante Bibliográfica há mais tempo, sabe que eu sou fã dos livros de romance! Mas nos últimos tempos, ando meio enjoada de narrativas melosas e dando preferência para gêneros literários mais emocionantes, como suspense e mistério.

 Mesmo assim, é comum encontrar uma dose de amor nesses tipos de narrativa, ainda que seja bem pouquinho. Por isso, hoje trouxe uma seleção de livros para quem não gosta de romances ou também está enjoado do gênero literário, com zero ou quase nada de romance.

 É sempre bom sair da nossa zona de conforto dando abertura para outros tipos de leitura, e espero que gostem dos livros que escolhi! Todos tem o meu selo de aprovação haha.




 Conheci esse livro no ano passado, durante o #MeuDesafioLiterário (leia a resenha clicando aqui) e gostei muito! A narrativa é bem crítica, chegando a ser cômica e não tem nenhum romance no meio! Bônus: é um conto bem curtinho, perfeito pra quem não curte leituras muito extensas.


Sinopse: Quem é louco? Esta é a grande questão proposta neste livro. Conto extenso, quase uma novela, O alienista é uma obra-prima da nossa literatura. Nessa narrativa, publicada pela primeira vez em 1882, Machado de Assis (1839-1908), o autor de Dom Casmurro, Quincas Borba e Memórias póstumas de Brás Cubas, entre outros, conta a história do eminente doutor Simão Bacamarte.

Dedicado estudioso da mente humana, o médico decide construir a "Casa Verde" – um hospício para tratar os doentes mentais na pequena cidade de Itaguaí. Com um estilo realista e fantástico a um só tempo, Machado conduz uma história surpreendente e mostra ao leitor que tudo é relativo e que a normalidade nem sempre é aquilo que a ciência e os fatos atestam de forma absoluta.

Em O alienista, está presente todo o gênio, toda a ironia e o magistral estilo do maior nome da prosa brasileira.


 Finalizei a leitura dessa trilogia inspirada na série de jogos Five Nights At Freddy's esse ano (Leia as resenhas clicando aqui), e amei demais o desenvolvimento dessa história. 

 O gênero literário é Terror, mas não tem nada de assombrações no meio e é repleta de ação e reviravoltas. Tem um pouquinho de romance, mas é tão sem graça e sem importância para a história, que chega mesmo a ser uma friendzone isso sim!


Sinopse: Do criador dos games FIVE NIGHTS AT FREDDY’S, uma história que expande o universo dos jogos, repleta de terror e suspense. No popular videogame criado por Scott Cawthon, o jogador assume o papel de um segurança contratado para tomar conta de uma pizzaria durante a noite, enquanto os animatrônicos perambulam e ganham ímpeto violento. Mas o mistério por trás dessas criaturas e dos assassinatos que ocorreram ali nunca foi desvendado... até agora. 
 Olhos prateados extrapola o universo que conquistou fãs no mundo todo e traz à tona os medos mais obscuros que só brinquedos sinistros são capazes de provocar. O primeiro livro da trilogia Five Nights at Freddy’s leva o leitor ao mundo de Charlie, uma adolescente que volta para sua cidade natal quando é convidada para participar de uma homenagem a um de seus amigos de infância, morto dez anos atrás, em circunstâncias misteriosas, dentro da pizzaria do pai dela.
 Tomados pela nostalgia e determinados a desvendar o crime jamais solucionado, Charlie e seus amigos acabam voltando à pizzaria, agora totalmente abandonada. Eles logo vão descobrir que as coisas lá dentro não são mais as mesmas. Os quatro animatrônicos mudaram. Os bonecos que antes encantavam as crianças agora guardam um segredo sombrio... e um plano mortal.


 
 Esse livro é classificado por muitos como um "suspense claustrofóbico" e acredito que essa definição seja perfeita. Coloquei o nível de romance em 5% porque a protagonista Laura Blacklock tem um noivo, só por isso haha.

 O romance entre os dois não é o foco da narrativa, e sim o crime ocorrido no navio. Uma leitura que gostei bastante! (Leia a resenha dele clicando aqui)


Sinopse: Há um assassino a bordo do Aurora Boreal. Mas como detê-lo quando ninguém acredita em sua existência? Lo Blacklock, jornalista de uma revista de turismo, é vítima de uma invasão domiciliar. Embora tenha saído praticamente ilesa da ocorrência, ela agora tem dificuldades para dormir e vive à base de ansiolíticos. Nesta fase conturbada de sua vida, Lo recebe um convite da revista em que trabalha para cobrir a viagem inaugural de um luxuoso navio, o Aurora Boreal. Uma ótima oportunidade para ser promovida e, quem sabe, se recuperar do choque sofrido. O cenário no interior do Aurora é fascinante: cabines luxuosas, jantares esplêndidos e convidados elegantes. No meio de uma noite, no entanto, Lo acorda com um grito, corre para a janela e vê o que lhe parece um corpo sendo jogado ao mar da cabine vizinha à sua. Mas os registros mostram que ninguém se hospedara ao seu lado e que não falta ninguém da lista de passageiros.
Lo se recusa a duvidar de seus próprios instintos e começa uma investigação para encontrar qualquer prova de que foi testemunha de um assassinato. Exausta, abalada emocionalmente e desacreditada por todos os passageiros, que seguem viagem como se nada tivesse acontecido, ela precisa encarar a possibilidade de que talvez tenha cometido um terrível engano. Ou se convencer de uma vez por todas de que está presa em um navio com um assassino à solta. Em um cenário claustrofóbico e inquietante, A Mulher da cabine 10 é um mistério clássico na tradição de Agatha Christie, capaz de manter o leitor atento até a última página, e que estabelece de vez Ruth Ware como um dos grandes nomes do suspense contemporâneo.
 


 Essa ficção distópica foi escrita após o término da Segunda Guerra Mundial, mas é tão atual que poderia ter sido publicada ontem. O foco da narrativa são as críticas sociais, e os problemas que uma sociedade cuja leitura é proibida podem apresentar (#DefendaOLivro). Ou seja, zero romance!

 Foi uma leitura que me marcou e indico demais. Aliás, esse livro foi uma das primeiras resenhas publicadas aqui no EB e você pode lê-la clicando aqui.


Sinopse:  Fahrenheit 451 conta a história de Guy Montag, que no início tem prazer com sua profissão de bombeiro, cuja função nessa sociedade imune a incêndios é queimar livros e tudo que diga respeito à leitura. 
 Quando Montag conhece Clarisse McClellan, uma menina de dezesseis anos, ele percebe o quanto tem sido infeliz no seu relacionamento com a esposa, Mildred. Ele passa a se sentir incomodado com sua profissão e descontente com a autoridade e com os cidadãos. A partir daí, o protagonista tenta mudar a sociedade e encontrar sua felicidade.



 Não podia faltar Agatha Christie nessa lista, claro! Esse foi o primeiro livro que li dela e amei. Tem mistério, muitas mortes, suspense, uma ilha afastada de tudo e muitas reviravoltas.

 Com tantos elementos assim, o romance não teve nenhum espaço dessa vez. Essa leitura também fez parte do #MeuDesafioLiterário e você pode ler a resenha clicando aqui.


Sinopse: Uma ilha misteriosa, um poema infantil, dez soldadinhos de porcelana e muito suspense são os ingredientes com que Agatha Christie constrói seu romance mais importante.
Na ilha do Soldado, antiga propriedade de um milionário norte-americano, dez pessoas sem nenhuma ligação aparente são confrontadas por uma voz misteriosa com fatos marcantes de seus passados.
Convidados pelo misterioso mr. Owen, nenhum dos presentes tem muita certeza de por que estão ali, a despeito de conjecturas pouco convincentes que os leva a crer que passariam um agradável período de descanso em mordomia. Entretanto, já na primeira noite, o mistério e o suspense se abatem sobre eles e, num instante, todos são suspeitos, todos são vítimas e todos são culpados.

É neste clima de tensão e desconforto que as mortes inexplicáveis começam e, sem comunicação com o continente devido a uma forte tempestade, a estadia transforma-se em um pesadelo. Todos se perguntam: quem é o misterioso anfitrião, mr. Owen? Existe mais alguém na ilha? O assassino pode ser um dos convidados? Que mente ardilosa teria preparado um crime tão complexo? E, sobretudo, por quê?

São essas e outras perguntas que o leitor será desafiado a resolver neste fabuloso romance de Agatha Christie, que envolve os espíritos mais perspicazes num complexo emaranhado de situações, lembranças e acusações na busca deste sagaz assassino. Medo, confinamento e angústia: que o leitor descubra por si mesmo porque E não sobrou nenhum foi eleito o melhor romance policial de todos os tempos.


Se vocês gostaram desse formato de post, deixem nos comentários mais sugestões de "livros para quem não gosta de..." , que eu vou amar trazer mais!




2 comentários:

  1. Oi, Laura. Como vai? Gostei das suas indicações. Livros de romance não são os meus preferidos, embora existam várias obras de qualidade neste gênero, não é mesmo? Abraço!

    https://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/

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  2. Oi Laura,
    Vixi, eu sou aquela que GOSTA de romances! KKKKKKKKKKKKKKKKK
    Mas sua lista é super válida, quero ler mais Agatha Christie!
    beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com/

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