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Resenha: Persuasão - Jane Austen



Título do livro: Persuasão

Autor(a): Jane Austen 

Número de páginas: 232

Está disponível no Kindle Unlimited? Não!

Sinopse: Persuasão foi o ultimo romance de Jane Austen, escrito em 1816 e publicado em 1818 - um ano após sua morte. A trama se passa em um cenário rural do inicio do século XIX ao apresentar a história de um casal separado por suas posições sociais: Anne Elliot (filha de Sir Walter Elliot, um arrogante baronete) e Frederick Wentworth um ambicioso oficial naval, porem sem titulo ou terras. Persuadida por sua família, Anne se vê impedida de prosseguir com seu relacionamento, afinal a única certeza que esse casamento poderia trazer seria um futuro incerto. Contraditoriamente, a roda da vida gira e um novo ordenamento social e revelado ao leitor: quem estava no alto e financeiramente rebaixado e quem estava embaixo e socialmente elevado. Oito anos se passam e Anne Elliot, agora uma solteira não tão jovem, reencontra Frederick Wentworth, um já prestigiado capitão da marinha britânica. Para qual direção a roda da vida levara este inspirador casal?

Resenha: Jane Eyre - Charlotte Brontë

Título do livro: Jane Eyre

Autor(a): Charlotte Brontë 

Número de páginas: 630

Está disponível no Kindle Unlimited? Sim!

Sinopse: Primeiro romance de Charlotte Brontë, uma das irmãs que compõem a famosa família literária inglesa, Jane Eyre conta a história de uma jovem em busca de uma vida mais significativa na sociedade inglesa do século XIX.

 

Por meio da abordagem de temas como a subordinação da mulher, relações familiares abusivas que geram traumas futuros e o crescimento moral e espiritual da personagem principal, Jane Eyre foi publicado originalmente em 1847, mas se mostra ainda muito atual.

Jane, órfã de pai e mãe, vive com parentes que a desprezam, sendo tratada por sua tia de modo muito diferente do tratamento recebido pelos primos, cruéis e fúteis. Já com 10 anos de idade, Jane é enviada para a instituição de caridade Lowood, uma escola com métodos rígidos de ensino. Apesar das inúmeras privações que enfrenta na escola, a menina leva uma vida quase feliz e se torna forte e independente, passando a lecionar na entidade que a formou. Aos 18 anos, decide partir, e consegue um trabalho como preceptora da jovem Adèle, pupila do irônico e arrogante Edward Rochester. A partir deste momento, a vida de Jane toma um rumo diferente e inesperado, que envolve mistério, novas amizades, diferentes sensações e até mesmo uma história de amor.

Jane Eyre é considerado um romance de formação, no qual se narra o desenvolvimento físico, moral, psicológico, estético, espiritual e social da personagem principal, desde sua infância até a maturidade. Charlotte Brontë representou, por meio da protagonista, a ideia de emancipação feminina, isto é, de que as mulheres não tinham a obrigação de se casar para ter uma vida; que poderiam trabalhar e se sustentar de maneira independente. Ao longo do romance, são tecidas diversas críticas à condição de inferioridade atribuída às mulheres naquela época. A autora é, por isso, considerada transgressora das regras vigentes em sua sociedade, vista hoje como uma mulher à frente de seu tempo.

Jane Eyre narra, além de uma comovente história de amor, a saga de uma jovem em busca de uma vida mais significativa do que a sociedade inglesa do século XIX tradicionalmente permitia às mulheres.

Sete fatos que vocês ainda não sabiam sobre 'Os Bridgertons'


 Em 2020, pudemos acompanhar o lançamento da primeira temporada de Bridgerton na Netflix, nem preciso dizer que desde então ela tem sido um sucesso e conquistou (e muito) o coração do público, não é? A história gira em torno do competitivo mundo da alta sociedade britânica no período regencial no século XIX. Segundo o The Hollywood Reporter, logo nos três primeiros dias a história acumulou 193 milhões de horas de exibição em todo o mundo, o maior índice para qualquer série da Netflix em inglês nesse início. A segunda temporada ainda alcançou o top 10 em 92 dos 93 países onde a plataforma acompanha os rankings.

 

 O primeiro fato que talvez você não saiba é que a série foi inspirada na série literária escrita por Julia Quinn, os livros da autora começaram a ser publicados em 2000 com o primeiro volume intitulado ''O Duque e Eu''. Ao todo, a escritora publicou nove obras e já teve mais de 3 milhões de exemplares vendidos - inclusive você encontra todos eles na Amazon. Bridgerton tem uma trilha sonora inovadora, atuações de peso e ambientação de tirar o fôlego, além dos romances e relações familiares. Porém, como em toda adaptação existem alguns pontos que não são abordados no livro e que foram para a tela. Por isso, confira outros seis fatos curiosos que você provavelmente ainda não sabe sobre Bridgerton. 

 

 Cada família veste uma paleta específica de cores no seu guarda-roupa: existe um certo simbolismo no vestuário da série, os Bridgerton tendem a usar cores mais claras, em tons neutros ou pastel, fazendo referência a uma classe superior, transmitindo elegância e fortuna. A Família Featherington, contudo, caracteriza-se pela utilização de cores mais vibrantes, como roxo, verde, laranja, amarelo.. estas cores denotam uma classe social mais baixa e chamam mais atenção, da mesma forma que a própria família o faz.  Para a primeira temporada da série, foram produzidas cerca de 7.500 peças de roupa para as gravações, muitas dessas peças contavam com lindos bordados e detalhes feitos à mão. 

 


 A Rainha Charlotte não existe no livro. Na série, ela possui um grande impacto na vida da alta sociedade, influenciando o futuro das debutantes através de opiniões ácidas e eventos pomposos. Sua presença na série é impactante, porém, nos livros a personagem não existiu. Inclusive em uma entrevista, a autora Julia Quinn comentou: ''Eu estou em constante dúvida se deveria ter escrito ela nos livros ou não, mas fico feliz que não tenha. Acho que não teria feito um trabalho tão bom quanto a série''. 

 

 Inspirações em filmes: a segunda temporada de Bridgerton conta com algumas referências a filmes históricos, a exemplo de ''Orgulho e Preconceito'' e ''Desejo e Reparação'', que foram utilizados como inspiração para a fotografia da série, e de ''Minha Bela Dama'', que inspirou uma cena da corrida real que ocorre em um dos episódios. 

 

 As coreografias de Bridgerton: elas são de tirar o fôlego e ganham destaque com tamanha perfeição e não é por menos, os protagonistas da série tinham, em média, 3 horas para ensaiar as danças, segundo o coreógrafo Sean Jack Murphy. 

 

 Decoração com elementos típicos do Regencycore: é uma decoração que reúne tons de dourado, principalmente em espelhos e peças detalhadas dispostas nas paredes,  acabamento dos móveis e molduras. Almofadas, cortinas e colchas feitas em veludo, também se destacam, principalmente porque essas peças transmitem o sentimento de extravagância e opulência. Os interiores das casas da série aparecem decorados com foco em apenas uma cor, a casa dos Bridgerton, por exemplo, tem tons de azul bebê como destaque, já na casa dos  Featherington, o verde ganha todo um protagonismo. Flores e velas também são super bem-vindas. 

 

 A sustentabilidade está presente na série: para garantir uma menor produção de carbono e evitar o desperdício de materiais durante a produção da série, uma diretora de sustentabilidade foi contratada para compor a equipe da trama.

Resenha: O Duque e Eu - Julia Quinn #MeuDesafioLiterário


Título do livro: O Duque e Eu
Autor(a): Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 288
Sinopse: Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas.

Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível.

É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga.

A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.

Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

Primeiro dos oito livros da série Os Bridgertons, O duque e eu é uma bela história sobre o poder do amor, contada com o senso de humor afiado e a sensibilidade que são marcas registradas de Julia Quinn, autora com 10 milhões de exemplares vendidos.